
No corpo duas vidas
Renascer aos vinte e sete
Senhora debutãnte
Caminhos contrários aos ventos
Nasce o sol que traz a menina
A lua abraça o sonho perfeito
Sou sol e sou lua
Sou dona
Sou alma
Peito arde sem o ar da noite
A pele morre sem o calor do sol
Relógio de horas contrárias
Rasga a cortina do tempo
Linha que corta a carne e separa almas
Eis o ritmo de uma frase:
ResponderExcluirPeito arde sem o ar da noite.
Belo.
Beijos,
Marcelo.
Que bonito!
ResponderExcluirGosto muito de poemas escritos por mulher por ter essa coisa de "dona".
Muito bom!